Porto de Luís Correia agoniza

Não bastassem os poucos recursos para a conclusão do centenário porto piauiense, mais de 20 pessoas foram colocadas fora do emprego um dia após a manifestação por conta dos salários atrasados. A informação é do presidente do SINTEPAV.

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De acordo com José Romeu Gomes, representante do Sindicato da Construção Pesada do Piauí, SINTEPAV, um dia após a manifestação de funcionários no último dia 10 de maio, por conta do atraso de salário, mais de 20 homens foram demitidos. “Voltei hoje, como faço todos os dias para acompanhar a obra, e estava tudo fechado, nem o vigia da cancela estava por lá”, disse.
Segundo o sindicalista, funcionários que foram demitidos há dois meses ainda estão sem receber a rescisão e os 40% dos funcionários demitidos sem ser depositados.
De acordo com informações colhidas por nossa reportagem junto ao consórcio que está executando as obras do porto de Luís Correia, a demissão não se deu por conta da manifestação, mas devido a uma necessidade na redução do quadro de funcionários, visto que, a obra está em sua última fase não necessitando, portanto, da quantidade de empregados que lá se encontravam.
Ainda de acordo com o consórcio Staff/Paulo Brígido, se vencerem as licitações para as próximas etapas do porto, “esses profissionais deverão ser readmitidos, visto que temos seus cadastros, sabemos de suas competências. Só não os mantemos em nossos quadros, devido a despesa que isso geraria ao consórcio, sendo, portanto, inviável para o momento”, disse Heitor Gil, sócio proprietário do consórcio.
Mesmo em meio a esses entraves, o governador Wilson Martins promete para o final do ano, o atracamento de um navio de médio porte, para que seja apresentado o potencial do porto de Luís Correia.

Fonte:Proparnaiba

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